Donald Trump ordena bloqueio total ao Estreito de Ormuz e ameaça destruir frota iraniana

Donald Trump ordena bloqueio total ao Estreito de Ormuz e ameaça destruir frota iraniana

Após fracasso de negociações no Paquistão, Presidente dos EUA declara "operação naval agressiva" e acusa Irão de extorsão mundial. O mercado global de petróleo está em alerta máximo.

O cenário de guerra no Médio Oriente escalou drasticamente nas últimas horas. Através da sua rede social, o Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou este domingo um bloqueio imediato ao Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais vitais para o comércio de petróleo e gás a nível global.

A decisão surge após o fracasso de uma cimeira no Paquistão, onde o programa nuclear iraniano foi o ponto de discórdia. Num tom severo, Trump informou que a U.S. Navy já recebeu instruções para impedir a entrada ou saída de qualquer embarcação no estreito, classificando a postura de Teerão como uma "extorsão mundial".

"Explodidos para o inferno"

O governante americano garantiu que qualquer força iraniana que dispare contra embarcações pacíficas será "explodida para o inferno". Segundo a inteligência dos EUA, as defesas e radares iranianos estão atualmente vulneráveis, e a ordem é para destruir imediatamente quaisquer minas marítimas colocadas na zona.

Intercepção em Águas Internacionais

Uma medida inédita foi anunciada: a intercepção de navios em águas internacionais que tenham pago "pedágios ilegais" ao Irão. Trump foi taxativo: ninguém que financie o regime iraniano terá passagem segura nos mares sob vigilância americana.

O Impacto em Moçambique

Esta escalada coloca o mercado de energia em alerta máximo. O encerramento total do Estreito de Ormuz poderá disparar os preços dos combustíveis em todo o mundo.

Para Moçambique, o impacto poderá ser sentido diretamente na subida dos custos de importação de produtos refinados. Este aumento tem o potencial de inflacionar o custo de vida e afetar a economia doméstica nos próximos dias, caso a tensão não diminua.

Até ao momento, as autoridades de Teerão não reagiram oficialmente, mas o período de relativa calma das últimas semanas parece ter chegado ao fim de forma definitiva.

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